Esta vista de mar, solitariamente, dói-me. Apenas dois mares, dois sóis, duas luas me dariam riso e bálsamo. A arte da natureza pede o amor em dois olhares.
Fiama Hasse Pais Brandão, “As Fábulas”
5 comentários:
Anónimo
disse...
"sómente as coisas tocadas pelo amor das outras têm voz"
Zef, que bela homenagem à Fiama a da sua romãzeira de mão dada com o nocturno e o barco com flores!
Zef, eu é que devo ser má ensinadeira :) Acredito que à Fiama não interessa, mas a nós sim - enquanto a lembramos e partilhamos a beleza que nos legou. Um beijo
Olá, Ana Assunção e Fernanda, só juntando vozes se fazem harmonias. Eu é que sou desordenado e respondo com desarmonia, mas já é do jeito, embora isto me esteja a pedir organização que, pensava, já me não era precisa... Abraços
5 comentários:
"sómente as coisas tocadas
pelo amor das outras têm voz"
Zef, que bela homenagem à Fiama a da sua romãzeira de mão dada com o nocturno e o barco com flores!
ana assunção
Zef, eu é que devo ser má ensinadeira :)
Acredito que à Fiama não interessa, mas a nós sim - enquanto a lembramos e partilhamos a beleza que nos legou.
Um beijo
Dolorosamento verdade, sempre e sempre renovada.
Alegre romãzeira sempre em flor !
Abraço.
A Soledade não foi a má ensinadeira. Agora já era capaz, mas não vale a pena...
Também gosto do poema. E desta companhia toda.
Olá, Ana Assunção e Fernanda, só juntando vozes se fazem harmonias.
Eu é que sou desordenado e respondo com desarmonia, mas já é do jeito, embora isto me esteja a pedir organização que, pensava, já me não era precisa...
Abraços
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