17.11.08

Os gritos da criança no barulho dos carrinhos de choque:
- quero a minha mãe!

Ninguém falou, mas, devagarinho, muito devagar, pegam-na ao colo.
O miúdo aconchega-se e a mãe leva-o para casa. Já dorme.

Ia cansada, mas dos dois a maneira das mãos era muito bonita.

16 comentários:

Amélia disse...

E é também muito bonita esta maneira de entretecer carinhos e mãos...Beijo

Anónimo disse...

No regresso, o amor...sem lamechices. Longo seja o sono. :-)


Beijinho,

Lis

rendadebilros disse...

e a maneira de dizer a cena é só amor!
Abraço.

Meg disse...

Caro Zef,
Como não sucumbir a estas palavras...?

...mas dos dois a maneira das mãos era muito bonita

Um abraço

alecerosana disse...

É descanso para a alma vir aqui.
Abraço :)

zef disse...

Amélia, foi o melhor que soube!
Beijos

zef disse...

Sem lamechices, Lis? - Fico contente por ouvir isso.
"Longo seja o sono!
:)
Beijinho

zef disse...

Renda, e longo seja o amor :)
um abraço.

zef disse...

Meg, grande elogio - às vezes são palavras assim que me põem lamechas...
Obrigado
(Vem sempre, ainda que eu ande pouco visitadeiro)
Um abraço

zef disse...

Alece, e é para mim um gosto saber que se sente bem aqui.
Grande abraço

tsiwari disse...

a beleza da simplicidade....


Abc

Alex. Mateus disse...

Bela maneira... a das mãos! Com ou sem chuva. De manhã ou ao entardecer. Perfeito ou talvez não. Com lágrimas ou sem elas... a alfazema não se chateia. Com todos à mesa certamente. Comecei a lê-lo este mês... recuei até Maio 2008. Andarei pelas nascentes mas não estarei fora. Levo o portátil e a placa de ligação à rede. Percebo já melhor porque se gosta das montanhas... das romãzeiras e quem sabe de... maçãs camoesas? Deixo um bom e simples abraço. Alex. Mateus

zef disse...

Obrigado, Tsiwari.
Alfa beta gama
:-)

zef disse...

Alexandre, o teu comentário também me pôs a olhar para trás....
Se não for por mais, vai às nascentes: estão lá as montanhas. É de lá que se vêem mais coisas e é só lá que se aprende o que um bom e simples abraço.
Um bom e simples abraço, Alexandre.

Anónimo disse...

Sentimos a tua falta. Também tu és um aconchego.
Gab e Maria

zef disse...

Olá, catraias miúdas, uma mais que a outra!
Como é bom ouvir-vos!
Beijinhos.