25.3.17


(Foto de Mário Nunes)

Nos dias limpos, bocadinhos de calor,
horas de dizer: que bom!
quando andava pelos céus o gosto e as vozes a dizerem: que bom!

sentava-se e tudo sabia bem;
olhar calmo e sabedor, atento.

Ficava em silêncio. Tudo límpido.
 
Perguntaram-lhe se era feliz.


Baltar, 25/Março/2017

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