25.12.11

Saíamos para os campos muito cedo, a manhã arbusto ainda a bordar o dia.
Líamos a sombra e a luz, de cada uma colhendo a refeição suficiente.

Em cada tarde bastam-nos migalhinhas de pão, bondade da luz bem distribuída,
e nenhum frio nos vai arrefecer a noite. Nem os dias.

6 comentários:

Anónimo disse...

"bondade da luz bem distribuída" oxalá!
Até porque assim as migalhinhas de pão serão visíveis de cada um, consoante a necessidade. O que é que estou para aqui a dizer, perdi-me no texto, Zef, partilhada entre a luz e a sombra, tentando desesperadamente não esquecer gestos, palavras, caminhos e manter a espera(nça). Ou seja, ele há letrinhas que nos tocam mais que outras e estas tocaram.
Há frio e uma pestana de lua por aqui, com uma estrela ao lado... Beijinhos para os próximos dias e para todos os que ao seu lado se encontrem, graúdos e miúdos.
ana assunção

Anónimo disse...

Boas Festas!! Beijinhos
Lis

rendadebilros disse...

BOM ANO!!! ( este poema é uma aut~entica beleza...). Abraço.

zef disse...

Boa noite, Ana. É-me lindo “perdi-me no texto”, mas quem sabe ler uma pestana de lua, perdi-me no texto :), ver uma pestana de lua não deixa de lado a estrela…
Beijinhos nossos, dos grandes e dos pequenos.

OláLis.
Beijinhos.

Viva, Renda, e bom ano e um abraço também.

fernanda s. monteiro disse...

Que bom é estar "aí" ! Assim devia ser. Gostei deste seu cântigo, Zef. Assim se passarão os dias...

zef disse...

Assim será, Fernanda