11.2.08

Cartas da Tarde


(Felice Casaroti)


No fim da tarde, ficar assim a ver o lume lento, o regresso das pessoas, o poisar do último sacho.

Não te descuides.
Sei que o lume não vai apagar-se enquanto os olhos souberem estar húmidos. Depois, não sei.

Arranja lá um bocadinho de pressa.
A música de Mertens ainda está no leitor.




14 comentários:

Meg disse...

Vinha para me sentar à conversa, mas sem imagem como posso comentar?
Logo arranjo um bocadinho de pressa e volto... mas deixo um abraço na mesma.

zef disse...

Meg, não sei o que aconteceu. Logo pela manhã, pus imagem e texto, abri a "obra" e estava lá tudo; era cedinho, mas juro que não estava a dormir! De volta, vejo o teu comentário: a imagem não estava.
Voltei a pô-la com a pressa toda. Espero que se mantenha.
Um abraço

fernanda s.m. disse...

« Arranja lá um bocadinho de pressa.»

Nota discordante na calma de viver a calma do fim da tarde ? Anseio de participar na cena que passa fora de nós ?

Gostei. Muito. E da imagem também

Abraço grande.

Lis disse...

Eu dir-(me)-ia diferente: arranja lá um bocadinho de calma.:-)

Mas o que importa mesmo é o coração sinta, sim. Eterno lume.


Olá, Zef!

Sophiamar disse...

Vim sentar-me à conversa neste fim de tarde, com o lume lento e o sacho encostado depois de um dia de trabalho. Era assim na minha serra, amigo. Recordações!

Beijinhossss

Amélia disse...

A mim depois do que já foi dito, subscrevo - e direi mesmo,como os gémeos Dupond e Dupont, melhor: gostei!Beijo

Meg disse...

Amigo Zef, à terceira foi de vez, dois dedos de conversa e com a mesa posta (e eu a pensar que era a menina vestida de branco...!)
Ora então diz lá...que sou toda ouvidos.

Ah... como gostei que tivesses gostado do que leste!

Um abraço amigo

rendadebilros disse...

Quisera eu ter esse tempo sem tempo para viver essa serenidade...
Grande abraço.

zef disse...

Pode ser isso, Fernanda. Ou até a pressa que se pede a quem demora.
Um abraço.

Quando começa a vir a noite não é quando se nota mais a mesa vazia?
OláLis.

Sophiamar, quero que na minha serra continue a ser assim.
Beijos.

Amélia, gostou? Então gostei também!
Beijos

Meg, procurem-se sempre as conversas necessárias: mesa posta, o campo lavrado, cada coisa no seu lugar, como diria Manuel Bandeira.
Abraços.

Renda, também eu!...
A serenidade vou-a chamando todos os dias.
Um abraço também grande.

fernanda s.m. disse...

« Quando começa a vir a noite não é quando se nota mais a mesa vazia? »

Ui, que arrepio, Zef ! Por ser verdade, e por eu o saber tão bem ...
Um grande abraço.

Lis disse...

Zef: nunca senti assim a noite. ainda não...

zef disse...

Hoje é domingo de muita chuva...; vi sinais de gente e vim...
Viva, Fernanda.
OláLis.

Anónimo disse...

Vários quadros além daquele que nos dá a ver e gosto deles todos, principalmente aquele dos olhos húmidos, mas é subjectivo, claro!E é bom arranjar pressa "um bocadinho" só...:)
Beijinhos muitos para aí.
ana assunção

zef disse...

Ana, mesmo que a pressa vá vindo devagarinho, como estas minhas respostas : -)
Beijinhos daqui